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22 sept. 2014

A BRISA DO ORIENTE

SÁNCHEZ-GARNÍCA, PALOMA. A Brisa do Oriente. [La Brisa de Oriente]. Trad. Coutinho, Luís Miguel. S. Pedro do Estoril: Saída de Emergência, 2012. ISBN: 978-989-637-411-2/978-989-637-423-5



Sinopse:

Vol. I
Em 1204, acompanhando o seu abade, Umberto de Quéribus, um jovem monge de Cister, inicia uma viagem que o levará a Constantinopla. A partir desse momento, arrastado para perigos e situações extremas em que perde a candura infantil, a sua vida muda completamente.
Durante a viagem de regresso ao mosteiro, conhece a insensatez da guerra, a violência a imoralidade da avareza. Aprende as verdadeiras consequências da obediência cega e da enorme incerteza na distinção do que está certo e do que está errado. Umberto inicia uma luta constante entre o que lhe ensinaram e o que de facto sente. Na sua viagem é atingido pela flecha do amor indomável e descobre o desassossego provocado pelo sentimento de culpa. Sente pela primeira vez o ferrão do ressentimento e, sobretudo, o sentido mais profundo da amizade, encarnada no cavaleiro Esteban de Clary. Aprenderá o significado da cultura, a importância do que se escreve e o poder da palavra escrita. A sua aproximação inconsciente à heresia acaba por colocá-lo em perigo, ao ponto de se ver obrigado a abandonar o mosteiro depois de ver a catástrofe semeada à sua volta.

Vol. II

Alguns anos depois, Umberto de Quéribus reencontra o seu amigo, o cavaleiro Esteban de Clary, em Cinca. Na sua busca pelo conhecimento de outras doutrinas e pelas suas próprias origens, Umberto vai deparar-se com perigos constantes e situações arriscadas. Que segredo guardam os monges acerca da identidade da sua mãe?       
Que é feito de Constanza, o amor da sua vida, a mulher que o fez pôr em causa toda a sua crença eclesiástica? Em 1204, acompanhando o seu abade, Umberto de Quéribus, um jovem monge de Cister, inicia uma viagem que o levará a Constantinopla. A partir desse momento, arrastado para perigos e situações extremas, em que perde a candura infantil, a sua vida muda completamente. Durante a viagem de regresso ao mosteiro, conhece a insensatez da guerra, a violência desmedida e a imoralidade da avareza. Questiona a obediência cega e luta constantemente com a dualidade do que lhe ensinaram e o que sente. Aprende a amar e o sentido mais profundo da amizade. A sua aproximação inconsciente à heresia acaba por colocá-lo em perigo, ao ponto de se ver obrigado a abandonar o mosteiro depois de ver a catástrofe semeada à sua volta.

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